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Publicada em: 5 de dezembro de 2019

Com apresentação de Sandro Fávero e Gilson Diniz nos comentários, ABCCC transmite o Rédeas de Ouro

As provas do Rédeas de Ouro 2019, na arena coberta de Campina Grande do Sul/PR, serão exibidas ao vivo no site da ABCCC, assim como nas páginas do Facebook e do YouTube, entre os dias 12 e 14 de dezembro. Um dos destaques é a participação do multicampeão de rédeas, Gilson Diniz, que fará comentários sobre as provas – abaixo, conheça mais sobre o treinador e cavaleiro. O jornalista Sandro Fávero será o apresentador.

No microfone, a experiência de um multicampeão de rédeas
A vida de Gilson Diniz e a conexão com o cavalo nasceram praticamente juntas. Natural de Coromandel/MG, o mundo equestre mostrou ser a sua realidade desde os seus primeiros passos. “Eu nasci em fazenda. Os primeiros cavalos que eu domei, que eu montei, foram cavalos que eu fiz para ir à escola”, relembrou. O que antes era necessidade, portanto, transformou-se em vocação profissional quando tinha pouco mais de 22 anos de idade. Hoje, com 60 anos (com quase 40 destes dedicados ao trabalho), é um dos treinadores mais respeitados do Brasil.

O grande salto em sua carreira veio com as rédeas, cuja história começou em 1987. De lá para cá, conquistou títulos importantes como o pentacampeonato no Potro do Futuro da ANCR, do qual também foi 11 vezes vice-campeão (é recordista, empatado com o cavaleiro Marcelo Almeida), além de outros Potro do Futuro da ABQM. Os títulos na estante da memória não terminaram aí. Possui mais de 10 campeonatos nacionais e outras provas, como Super Stakes, Derby e inúmeras provas da ABQM. “Sou Hall da Fama no que eu faço, então isso para mim é o título mais importante”, apontou.

Gilson Diniz e o Cavalo Crioulo
O contato com a raça Crioula se deu na década de 1980 por intermédio do ginete (primeiro campeão do Freio de Ouro) Vilson Charlat de Souza. “Eu conheci quando o Seu Vilson levava os cavalos [para vender] em Goiás porque eu morava em Goiânia na época. Foi o primeiro contato que eu tive. Contato visual, na verdade”, contou.

Com o tempo, mais do que contato visual, passou a montar Cavalo Crioulo em competições de rédeas. Hoje, aos 60 anos de idade, o seu trabalho com a raça se dá além das rédeas. “Eu assessoro bastante gente no Freio de Ouro, inclusive o Fabrício Barboza que foi Freio de Prata neste ano. Então tenho bastante assessoria aí no sul, na Argentina e no Uruguai, e estou bastante envolvido com o Crioulo de uns anos para cá”, contou.

A expectativa pelo Rédeas de Ouro 2019
“Como todas as provas vêm numa crescente, então o que eu espero é uma evolução natural, que tenha cavalos melhores do que o ano passado. A rédeas vem numa crescente, independentemente de raça e de idade de cavalo. E é uma prova interessante porque vai correr Potro do Futuro e Nacional, então a gente vai ver cavalos de todas as idades e vai [ver cavaleiros] desde principiante até profissional. Eu imagino que vai ser uma festa grande e de alto nível”, projetou.

Gilson Diniz: das pistas ao estúdio
“Na verdade a culpa é toda do Alemão [Antônio Corrêa, coordenador da Subcomissão de Rédeas da ABCCC], não é uma coisa que me agrada muito o tal do microfone. Sou muito mais íntimo das rédeas na mão e das esporas no pé. Mas você tem uns amigos que são maravilhosos, tipo o Alemão, e aí acontece isso”, brincou.

Fonte: ABCCC